quinta-feira, 22 de setembro de 2016

"Football 1.01": Futebol Clube do Porto vs Boavista FC (antevisão)

Jogo marcado para sexta-feira, dia 23, com início às 19h00. Transmissão Sport TV

Calma... Aqui ninguém vai tentar dar uma lição de futebol a ninguém. Só se for o Futebol Clube do Porto ao Boavista no campo, na sexta-feira. Mas já dizia uma ex-Professora de matemática na Faculdade: "Se não sabes o que fazer, faz o que sabes". Por isso, há que começar pelo básico. O mais básico. E é isso que peço a Nuno Espírito Santo. O básico. Sem pedir que todos os jogadores tenham de saber os 52 processos cada um dos que compõem o onze têm de decorar, compreender e colocar em prática. Sim, acredito que já chegou a esse ponto de complexidade. Por isso, apostar num par de instruções simples, e deixar os homens fazerem o resto. Maxi Pereira já treina com os companheiros, mas ainda não deve ser opção para o Treinador do Futebol Clube do Porto, que terá de manter a concentração no derby de sexta-feira, e não a deixar-se desviar para outros compromissos a meio da semana seguinte. 

Aposto no seguinte onze: 




O mais básico dos básicos. Os onze teoricamente mais fortes neste momento, com um desenho teoricamente conhecido e confortável. Pese embora o jogo físico que certamente o adversário irá trazer, não vejo porque não apostar em Rúben Neves, depois da partida positiva que rubricou frente ao Tondela. A meu ver, os restantes deixam pouca margem para questões, ora pela qualidade, ora pela ausência de alternativa mais credível. 

O Futebol Clube do Porto via, até ao jogo contra o Vitória, uma ligeira curva ascendente na qualidade. Maior registo de dinâmica, bom pensamento ofensivo, organização no seu último reduto. No entanto, com pormenores ainda por corrigir, nomeadamente a menor agressividade e a inconsistência da linha de pressão, que se demonstra volátil e muitas vezes recuada. Esses problemas acentuaram-se e os atributos positivos perderam a sua presença, dando sequência a dois empates muito pouco prováveis, à entrada para o relvado. Também por isso, que ninguém se esqueça que este é jogo grande na cidade! Confesso que esta rivalidade assiste-me menos que a amigos Portistas mais velhos, mas isso não retira importância à partida, aos três pontos em disputa, e, acima de tudo, à imaculada imagem que temos de deixar. Porque uma questão toda a gente pode colocar. Já dúvidas mais afincadas, espero que nunca as tenhas de levantar sobre Nuno Espírito Santo.

Nota para uma frase que me ficou na mente, aquando da antevisão que o Treinador do Futebol Clube do Porto fez à partida.


"Quando nos sentimos injustiçados, não nos podemos calar." 

Há que referir que Nuno Espírito Santo nunca foi homem de grandes reclamações contra o apito, dando a entender que alguém já lhe deu o toque para comportar-se de outra forma. Nunca esperei que entrasse nas conferências de imprensa para falar mais sobre o apito do que da bola, algo que já aconteceu com outros que já ocuparam a cadeira de sonho onde se senta. Relembro que isso nunca deve ser responsabilidade do Treinador do Futebol Clube do Porto (nem de uma newsletter), mas sim para outros elementos, a começar por aquele se senta ao seu lado sempre que se fala aos jornalistas, passando por quem toma decisões sobre o Futebol e a terminar no lugar mais alto da hierarquia. Desses elementos, silêncio absoluto. 


Crente. Portista.


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Um abraço. #VaiNaFé

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