quarta-feira, 30 de março de 2016

Dragões pelas selecções: Março de 2016

Para o Futebol, o final do mês de Março é altura de paragem nas competições dos clubes, com as selecções nacionais a terem o destaque por força dos dois jogos internacionais que se realizam no curto espaço de tempo dedicado para os trabalhos de cada selecção nacional. O Futebol Clube do Porto não foge à regra dos grandes clubes europeus e empresta uma vasta quantidade de jogadores às respectivas selecções de cada país representado no plantel do Futebol Clube do Porto. Um total de 12 jogadores do plantel principal do Futebol Clube do Porto espalharam-se por quatro continentes diferentes para representar o seu país.


Danilo Pereira (Portugal): 103 minutos, 0 golos.

Danilo Pereira foi o único representante do Futebol Clube do Porto na Selecção Nacional. Foi utilizado no jogo particular frente à Bulgária a partir do banco, quanto entrou ao minuto 74. Já frente à Bélgica, foi titular e o melhor da Selecção Portuguesa, saindo apenas ao minuto 87.


André Silva (Portugal Sub-21): 45 minutos, 0 golos.

André Silva entrou para a segunda parte do jogo frente ao Liechtenstein, onde Gonçalo Paciência marcou na vitória por 4-0. 


Rúben Neves e José Sá (Portugal Sub-23): 60 minutos cada, 1 golo.

Rúben Neves não fez parte do lote de convocados para o jogo dos sub-21, mas transitou para os sub-23 que defrontaram o México, onde foi titular e marcou um dos quatro golos que derrotou a equipa mexicana, que teve na baliza Raul Gudiño. Do outro lado, esteve José Sá, que manteve a baliza da Selecção Nacional inviolável durante os sessenta minutos em que esteve em campo. 

Muito oportuno o médio do Futebol Clube do Porto, aproveitando o ressalto no poste.


Iker Casillas (Espanha): 90 minutos, 0 golos sofridos.

O guarda-redes e capitão da selecção de Espanha esteve uma vez mais entre as escolhas de Vicente Del Bosque. Se, no empate a uma bola frente à Itália não saiu do banco, Casillas foi titular frente à Roménia, segurou por várias vezes o nulo no marcador e somou a 166ª internacionalização, cada vez mais perto do recorde europeu de 167.

Iker Casillas foi decisivo para manter o nulo frente à Roménia.

Hector Herrera, Layún e Jesus Corona (México): 512 minutos, 2 golos

A armada mexicana saiu em peso da cidade do Porto para representar a sua selecção no duplo confronto com o Canadá. No jogo fora, os três jogadores, juntamente com Diego Reyes, participaram em toda a partida, com Corona a rubricar um dos três golos da vitória mexicana. Na partida em solo Mexicano, Herrera foi a excepção dos três e jogou apenas 62 minutos. Corona fez o gosto ao pé novamente.

Os jogadores do Futebol Clube do Porto estiveram muito interventivos na partida realizada no Canadá.

Maxi Pereira (Uruguai): 90 minutos.

De fora na deslocação ao Brasil para a qualificação para o Mundial 2018, Maxi Pereira jogou os 90 minutos frente ao Peru.


Suk (Coreia do Sul): 98 minutos, 1 golo.

Chegou atrasado à concentração da selecção Sul-coreana, e por isso, jogou apenas 8 minutos como suplente utilizado na vitória sobre o Libano. Já frente à Tailândia foi titular e marcou um grande golo que deu a vitória à sua selecção.

Que golaço do sul-coreano!!

Vincent Aboubakar (Camarões): 90 minutos, 0 golos.

Aboubakar juntou-se à sua selecção para a preparação das partidas de qualificação para a CAN frente à Africa do Sul, não participou em nenhuma. Não participou no jogo que decorreu no seu país, mas foi titular na partida jogada na África do Sul.

Yacine Brahimi (Argélia): 178 minutos, 1 golo.

Brahimi partiu para se juntar à sua selecção para preparar o duplo confronto frente à Etiópia. No jogo em casa, o jogador do Futebol Clube do Porto esteve toda a partida em campo, rubricando um golo. No segundo jogo repetiu a participação sem a mesma felicidade na finalização. Foi substituído a dois minutos do fim, com queixas no ombro direito.

O argelino trabalhou bem e, com fraca oposição, não deixou de fazer o gosto ao pé.


Moussa Marega (Mali): 0 minutos, 0 golos

Marega não saiu do banco nos dois confrontos frente à Guiné Equatorial.


Talvez exceptuando os mexicanos, a fadiga está controlada e os jogadores do Futebol Clube do Porto regressam das suas selecções e poderão agora concentrar-se na preparação para o jogo frente ao Tondela, da próxima segunda-feira. Brahimi regressa com queixas no ombro direito e ainda é dúvida para a partida do campeonato.

Mesmo considerando o desgaste, sou da opinião que é um dia absolutamente ridículo para a marcação desta partida. Assim, é possível que vejamos novamente um Estádio do Dragão despido de público, por força dos compromissos profissionais de sócios e adeptos. Ao contrário do que tem sido hábito muito recente do Futebol Clube do Porto em responder, de imediato, a tudo o que não diz de acordo com quem está à frente do Clube, esta decisão de marcar um jogo do campeonato para as 19 horas de uma segunda-feira sem razão aparente não mereceu qualquer comentário do Futebol Clube do Porto.

Promova o debate. Comente e deixe a sua opinião.

Um abraço.

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